Amazfit T-Rex Dual Solar: novo smartwatch pode trazer tela dupla e carregamento solar em 2026

Índice

A Amazfit pode estar preparando um dos smartwatches mais diferentes de sua história. Depois de meses de rumores sobre um relógio com carregamento solar, novas informações surgidas em 2026 tornaram essa possibilidade muito mais concreta: registros regulatórios já revelaram o nome Amazfit T-Rex Dual Solar, associado ao código de modelo A2570.

O mais interessante é que esse relógio não apareceu do nada. Antes mesmo de o nome ser identificado em registros oficiais, pesquisadores já haviam encontrado referências a recursos relacionados a energia solar dentro do aplicativo Zepp. O código mencionava intensidade de luz, entrada de energia pelo mostrador e até informações relacionadas à captação de energia pela parte traseira do relógio.

Agora, o cenário mudou.

Um registro na Malásia aprovado em 3 de agosto de 2026 identificou explicitamente o T-Rex Dual Solar A2570, enquanto registros correspondentes também surgiram em outros mercados, incluindo Indonésia, Coreia do Sul e a União Econômica Eurasiática.

Isso não significa que todas as especificações vazadas estejam confirmadas. A Amazfit ainda não apresentou oficialmente o produto nem confirmou que ele será chamado de T-Rex 4.

Mas a combinação de registros, código do aplicativo e indícios de um novo relógio outdoor faz com que o lançamento esteja muito mais próximo de uma possibilidade real do que de um simples rumor.

E existe uma pergunta especialmente interessante: será que o T-Rex Dual Solar terá realmente duas telas, combinando uma tecnologia de baixo consumo com AMOLED?

Se isso acontecer, a Amazfit poderá criar uma solução bastante diferente para aumentar a autonomia sem abrir mão da qualidade visual de um painel AMOLED.

O que já foi confirmado sobre o Amazfit T-Rex Dual Solar?

É importante separar aquilo que já possui evidência concreta daquilo que continua sendo especulação.

Até o momento, o nome T-Rex Dual Solar e o código A2570 aparecem em registros regulatórios. O registro malaio foi aprovado em 3 de agosto de 2026, e outros registros internacionais reforçam que existe um novo dispositivo rugged da Amazfit em desenvolvimento.

InformaçãoSituação em agosto de 2026
Nome T-Rex Dual SolarConfirmado em registro
Código A2570Confirmado em registro
Carregamento solarFortemente indicado
Marca AmazfitConfirmada
Linha T-RexIndicada pelo próprio nome do registro
Tela duplaRumor, ainda não confirmado oficialmente
Tela MIP + AMOLEDHipótese baseada nos vazamentos
T-Rex 4Não confirmado
Data de lançamentoNão confirmada
PreçoNão divulgado
Especificações completasAinda desconhecidas

Portanto, chamar o relógio de T-Rex 4 neste momento seria precipitado.

O mais seguro é tratá-lo como Amazfit T-Rex Dual Solar, que é o nome que já apareceu em documentação regulatória.

O rumor começou antes do nome T-Rex Dual Solar aparecer

A história ficou interessante ainda em junho de 2026.

Uma análise do APK do aplicativo Zepp encontrou referências relacionadas a carregamento solar. Entre os elementos identificados estavam registros de intensidade solar, tipo de painel, status e informações de energia. Também apareceram referências a entrada de energia pelo mostrador e pela parte traseira do relógio.

Esse tipo de descoberta não significa automaticamente que um produto será lançado.

Empresas frequentemente adicionam funções ao software meses antes de determinado hardware chegar ao mercado, e algumas funcionalidades podem permanecer apenas em protótipos.

Mas, nesse caso, havia uma combinação particularmente interessante: a Amazfit estava preparando o software para reconhecer algum tipo de entrada de energia solar.

Na época, ainda não havia um modelo específico associado à tecnologia.

Agora existe.

O registro do T-Rex Dual Solar A2570 torna a conexão entre os dois acontecimentos muito mais forte.

Por que o nome “Dual Solar” chama tanta atenção?

O nome é provavelmente a maior pista sobre a proposta do produto.

“Dual Solar” sugere algum tipo de sistema de captação solar associado a uma arquitetura diferente da utilizada nos atuais relógios AMOLED da Amazfit.

E aqui entra uma possibilidade bastante interessante: um sistema com dois tipos de tela.

A ideia seria combinar um painel AMOLED tradicional com uma tecnologia de baixo consumo, como MIP/transflectiva, permitindo que o relógio utilize a tela mais eficiente durante tarefas simples e reserve o AMOLED para situações em que a qualidade visual realmente importa.

Essa arquitetura faria muito sentido em um relógio voltado para atividades outdoor.

Como poderia funcionar uma tela dupla?

Imagine que você está caminhando durante o dia e só quer olhar a hora.

Não faria muito sentido ativar constantemente um painel AMOLED brilhante, colorido e de alto consumo para mostrar apenas alguns números.

Um painel MIP ou transflectivo pode executar essa tarefa gastando muito menos energia.

O relógio poderia funcionar assim:

Modo de baixo consumo → painel MIP/transflectivo

Uso de interface, mapas e recursos avançados → AMOLED

A ideia não é completamente nova no mercado de wearables. A Garmin utiliza diferentes estratégias de economia energética em sua linha outdoor, incluindo relógios com telas MIP e versões AMOLED, enquanto outras fabricantes também exploram arquiteturas híbridas.

O que seria interessante no Amazfit é combinar essa filosofia com carregamento solar e manter o formato rugged da família T-Rex.

MIP é melhor que AMOLED para relógios solares?

Não necessariamente.

As duas tecnologias têm vantagens diferentes.

AMOLED

O AMOLED oferece:

  • cores muito mais vibrantes;
  • preto profundo;
  • excelente contraste;
  • animações mais bonitas;
  • melhor aparência para mapas e interfaces complexas;
  • experiência mais próxima de um smartwatch tradicional.

O problema é o consumo energético.

Quanto mais brilho e mais elementos coloridos aparecem na tela, maior tende a ser o consumo.

MIP/transflectivo

A tela MIP é muito diferente.

Ela é especialmente eficiente em ambientes externos porque utiliza a luz ambiente para melhorar a visibilidade.

Quanto mais luz solar existe, melhor pode ficar a leitura.

Isso combina perfeitamente com um relógio outdoor.

A principal desvantagem é a qualidade visual.

As cores são mais limitadas, a interface é menos chamativa e a experiência não chega perto de um AMOLED moderno.

Por isso, uma solução híbrida seria interessante.

A grande vantagem seria economizar bateria

O principal motivo para uma tela dupla não seria deixar o relógio mais bonito.

Seria aumentar a autonomia.

Um dos maiores problemas dos smartwatches modernos é justamente o equilíbrio entre tela e bateria.

AMOLED é excelente, mas consome energia.

Se o relógio puder permanecer a maior parte do tempo em uma tela extremamente econômica e ativar o AMOLED apenas quando necessário, o consumo médio poderá cair significativamente.

E então entra o carregamento solar.

O resultado pretendido seria um relógio capaz de passar muito mais tempo longe da tomada.

Podemos esperar 30 dias de bateria?

É possível imaginar uma autonomia muito alta, mas seria errado afirmar que o T-Rex Dual Solar terá 30 dias antes de a Amazfit divulgar os números oficiais.

Essa estimativa depende de vários fatores:

  • capacidade da bateria;
  • área efetiva do painel solar;
  • eficiência da conversão de energia;
  • consumo do processador;
  • frequência de monitoramento;
  • GPS;
  • brilho da tela;
  • uso do AMOLED;
  • temperatura;
  • quantidade de luz recebida;
  • frequência de sincronização com o smartphone.

O atual T-Rex 3 já oferece uma autonomia anunciada de até 27 dias em uso típico, de acordo com informações disponíveis sobre o modelo.

Portanto, imaginar que uma futura versão solar consiga superar essa marca é razoável.

Mas “solar” não significa necessariamente que o relógio nunca precisará ser conectado ao carregador.

Solar não significa bateria infinita

Esse é um ponto importante.

O painel solar de um smartwatch é pequeno.

A quantidade de energia captada depende diretamente da quantidade de luz que atinge o relógio.

Se você passa o dia inteiro dentro de casa, trabalha em escritório e utiliza mangas cobrindo o relógio, a contribuição solar será muito menor.

Em uma trilha ensolarada, corrida ao ar livre ou expedição, a situação muda completamente.

Por isso, o maior benefício do carregamento solar provavelmente será estender a autonomia, e não necessariamente substituir completamente o carregador.

E se o relógio realmente tiver AMOLED + MIP?

Essa seria uma das características mais interessantes.

Durante tarefas simples, o painel de baixo consumo poderia assumir o controle.

Você poderia visualizar:

  • hora;
  • data;
  • passos;
  • bateria;
  • algumas métricas básicas;
  • notificações simples.

Quando fosse necessário interagir com mapas, treinos ou outras interfaces mais complexas, o AMOLED poderia ser ativado.

Isso criaria uma experiência parecida com dois relógios diferentes dentro do mesmo dispositivo.

O usuário poderia escolher qual tela usar?

Essa possibilidade também existe, mas ainda não há confirmação de como a Amazfit implementará o sistema.

A fabricante poderia permitir configurações automáticas ou oferecer modos específicos:

Modo Economia: MIP quase sempre.

Modo Inteligente: relógio escolhe automaticamente.

Modo AMOLED: experiência tradicional do smartwatch.

Para um usuário outdoor, o modo automático seria provavelmente o mais interessante.

O T-Rex Dual Solar pode ser o T-Rex 4?

Essa é uma das maiores especulações.

O nome sugere que ele pertence à família T-Rex, mas não existe confirmação oficial de que seja o sucessor direto do T-Rex 3.

Ainda assim, a possibilidade faz sentido.

O T-Rex 3 chegou ao mercado em 2024 e a linha já recebeu uma versão Pro posteriormente. A Amazfit também lançou o T-Rex Ultra 2 em 2026, posicionando esse modelo acima dos T-Rex tradicionais.

Portanto, lançar um novo T-Rex com uma tecnologia inédita seria uma evolução natural da família.

Mas também existe outra possibilidade: o T-Rex Dual Solar pode ser uma variante especial, e não necessariamente o T-Rex 4.

Até a Amazfit apresentar o produto, qualquer uma dessas interpretações continua aberta.

Por que não devemos chamar de T-Rex 4 ainda?

Porque o nome T-Rex Dual Solar já apareceu em documentação.

Isso não impede que o produto seja comercializado como T-Rex 4 Dual Solar, T-Rex Solar ou outro nome, mas não existe evidência suficiente para afirmar isso.

O mais correto para quem acompanha os vazamentos é:

Amazfit T-Rex Dual Solar A2570

E, quando a empresa divulgar oficialmente o produto, será possível saber exatamente onde ele ficará dentro da linha.

Os registros internacionais indicam lançamento próximo

Essa é uma das partes mais importantes do vazamento.

O relógio não apareceu apenas em uma documentação isolada.

Além da aprovação na Malásia, registros correspondentes foram identificados em Indonésia, Coreia do Sul e União Econômica Eurasiática.

Quando um produto começa a aparecer em múltiplos processos regulatórios internacionais, isso normalmente indica que o desenvolvimento está avançado.

Não significa que o lançamento ocorrerá necessariamente em dias ou semanas, mas é muito diferente de um simples código encontrado dentro de um aplicativo.

O produto precisa passar por processos regulatórios antes de chegar a diversos mercados.

Amazfit já deu outras pistas visuais?

Sim.

Em julho de 2026, uma imagem publicada pela conta da Amazfit Espanha chamou atenção por mostrar um smartwatch rugged que não correspondia claramente aos modelos atuais da marca. A imagem apresentava um dispositivo de aparência diferente e levantou especulações sobre um novo relógio outdoor.

Ainda não é possível afirmar com certeza que aquele relógio era o T-Rex Dual Solar.

Mas a coincidência de datas é interessante:

  1. código do Zepp sugere tecnologia solar;
  2. surge um relógio misterioso em material da Amazfit;
  3. aparecem registros regulatórios;
  4. o nome T-Rex Dual Solar é identificado.

O conjunto começa a formar uma história bastante consistente.

O que o T-Rex Dual Solar pode mudar na linha Amazfit?

A tecnologia solar pode alterar bastante o posicionamento da marca no mercado outdoor.

Atualmente, a Amazfit já possui relógios com excelente autonomia.

O T-Rex 3, por exemplo, é anunciado com até 27 dias de uso típico, enquanto modelos mais avançados da marca também possuem baterias grandes e recursos voltados para aventura.

O problema é que aumentar continuamente a bateria significa aumentar peso, espessura ou tamanho.

O carregamento solar oferece uma alternativa.

Em vez de simplesmente colocar uma bateria gigantesca, a Amazfit poderia complementar a bateria com geração de energia durante o uso.

Isso é especialmente interessante para:

  • montanhistas;
  • trilheiros;
  • ultramaratonistas;
  • ciclistas;
  • aventureiros;
  • praticantes de esportes outdoor;
  • pessoas que passam vários dias longe de tomadas.

T-Rex Dual Solar vs T-Rex 3

Ainda não existem especificações oficiais suficientes para fazer uma comparação completa.

Mas podemos comparar o que já conhecemos com aquilo que é esperado.

CaracterísticaT-Rex 3T-Rex Dual Solar
TelaAMOLEDPossível sistema híbrido
Energia solarNãoSim, fortemente indicado
ModeloConfirmadoA2570
AutonomiaAté 27 dias anunciadosAinda desconhecida
GPSDual-bandAinda desconhecido
Linha outdoorSimSim
Zepp OSSimProvável
Tela de baixo consumoNãoPossível
T-Rex 4NãoNão confirmado
Lançamento2024Ainda não anunciado

A principal diferença potencial não está necessariamente em GPS ou sensores.

É a arquitetura de energia.

E o T-Rex 3 Pro, ainda vale a pena?

Sim.

O surgimento do T-Rex Dual Solar não transforma automaticamente o T-Rex 3 Pro em uma compra ruim.

Pelo contrário.

O T-Rex 3 Pro continua sendo um smartwatch avançado, com AMOLED, GPS de dupla frequência, mapas offline, construção robusta e recursos voltados para esportes e aventura. Versões de 44 mm e 48 mm também ampliam as opções para diferentes pulsos.

E existe uma vantagem importante:

o preço tende a cair quando uma nova geração está próxima.

Isso pode transformar o T-Rex 3 Pro em uma excelente oportunidade de custo-benefício.

Quem não precisa de carregamento solar pode economizar bastante comprando a geração atual durante uma promoção.

Devo esperar pelo T-Rex Dual Solar?

Depende.

Espere se você:

  • não tem pressa para comprar;
  • quer a tecnologia mais nova;
  • valoriza autonomia acima de tudo;
  • pratica atividades outdoor longas;
  • quer experimentar o primeiro Amazfit com carregamento solar;
  • está disposto a pagar mais no lançamento.

Compre um T-Rex 3 ou T-Rex 3 Pro se você:

  • encontrou uma promoção excelente;
  • não precisa de carregamento solar;
  • quer um smartwatch agora;
  • quer evitar o preço de lançamento;
  • prefere uma tecnologia já conhecida;
  • quer aproveitar a queda de preço da geração atual.

Quanto o T-Rex Dual Solar pode custar no Brasil?

Ainda não existe preço oficial.

Também seria precipitado estabelecer um valor exato em reais antes do anúncio.

Mas é razoável esperar que o novo modelo fique acima do T-Rex 3 tradicional se realmente incorporar uma arquitetura solar e uma tela híbrida.

O posicionamento dependerá principalmente de quais outros componentes serão utilizados.

Se a Amazfit utilizar o T-Rex Dual Solar como um produto premium outdoor, ele pode se aproximar mais da faixa de preço do T-Rex 3 Pro ou até do T-Rex Ultra 2.

O atual T-Rex Ultra 2 representa o topo da linha outdoor da marca, com construção premium, bateria de grande capacidade, mapas avançados e tela AMOLED de alto brilho.

Por isso, seria interessante a Amazfit manter o Dual Solar abaixo dele, criando uma nova categoria intermediária focada em autonomia.

A tecnologia solar pode superar o Garmin?

Essa comparação será inevitável.

Garmin já possui longa experiência com relógios solares e tecnologias de baixo consumo.

O diferencial da Amazfit seria tentar combinar:

solar + smartwatch moderno + AMOLED + longa autonomia + preço competitivo.

Se a empresa conseguir fazer isso sem aumentar muito o tamanho do relógio, será uma proposta bastante interessante.

Mas é importante não exagerar nas expectativas.

A área disponível para captação solar em um smartwatch é pequena.

A eficiência real será muito mais importante do que simplesmente colocar a palavra “Solar” na caixa.

O maior desafio: AMOLED e energia solar

Aqui está o ponto técnico mais interessante.

AMOLED consome significativamente mais energia que uma tela MIP/transflectiva em determinadas situações.

Ao mesmo tempo, um painel solar integrado ao relógio possui área limitada.

Por isso, criar um smartwatch que utilize AMOLED como tela principal e dependa de energia solar para manter a bateria carregada é um desafio.

É justamente por isso que a hipótese de uma tela dupla faz sentido.

Em vez de utilizar o AMOLED o tempo inteiro, o relógio poderia recorrer a uma tela extremamente econômica nas situações em que não é necessário mostrar uma interface colorida.

A tecnologia solar seria então usada para compensar uma parte do consumo.

Esse conceito é muito mais plausível do que imaginar um AMOLED tradicional sendo constantemente alimentado apenas pela luz solar.

E se a tela dupla não existir?

Também é uma possibilidade.

Até agora, os registros confirmam o nome T-Rex Dual Solar, mas não confirmam publicamente que haverá dois painéis físicos.

O “Dual” pode estar relacionado a outra arquitetura de alimentação ou característica do dispositivo.

Os indícios encontrados no aplicativo apontam para diferentes fontes ou pontos de entrada de energia, mas ainda não existe documentação pública suficiente para concluir exatamente como será a construção.

Portanto, a possibilidade de MIP + AMOLED é muito interessante, mas deve ser tratada como rumor.

O que eu espero do novo Amazfit T-Rex

Se a proposta realmente for criar um novo T-Rex focado em autonomia, existem alguns recursos que fariam muito sentido.

Eu esperaria:

  • carregamento solar;
  • tela AMOLED de alta qualidade;
  • algum modo de baixo consumo;
  • GPS dual-band;
  • mapas offline;
  • bateria de grande capacidade;
  • resistência de 10 ATM;
  • construção rugged;
  • excelente visibilidade externa;
  • sensores de saúde atualizados;
  • armazenamento interno amplo;
  • microfone e alto-falante;
  • lanterna integrada;
  • Zepp OS atualizado;
  • boa integração com smartphones;
  • autonomia muito superior à média dos smartwatches AMOLED.

Mas isso é uma expectativa, não uma lista de especificações vazadas.

O novo relógio pode ter uma bateria de mais de 30 dias?

Pode, mas ainda não sabemos.

O T-Rex 3 já chega perto dessa marca em uso típico, com autonomia anunciada de até 27 dias.

Com uma tela de baixo consumo e geração de energia solar, ultrapassar 30 dias seria tecnicamente plausível.

Porém, o resultado dependerá de como a Amazfit definir os cenários de teste.

Um relógio pode anunciar 40 dias em modo econômico e entregar muito menos com GPS frequente, monitoramento contínuo, notificações e AMOLED ativo.

Por isso, o número de autonomia só será realmente relevante quando soubermos em qual modo ele foi medido.

Quando o Amazfit T-Rex Dual Solar será lançado?

Ainda não existe uma data oficial.

Mas os registros regulatórios encontrados em agosto de 2026 indicam que o produto está avançado o suficiente para passar por processos de certificação em vários mercados.

Isso torna um lançamento ainda em 2026 uma possibilidade bastante razoável.

Entretanto, não existe confirmação oficial de mês, dia ou preço.

Qualquer publicação que apresente uma data exata sem uma fonte oficial deve ser tratada com cautela.

Vale a pena esperar pelo Amazfit T-Rex Dual Solar?

Para quem está acompanhando o mercado de smartwatches, sim, vale a pena esperar para pelo menos conhecer o produto.

Não necessariamente para comprar.

O T-Rex Dual Solar pode representar uma mudança interessante na linha Amazfit porque combina duas tendências que normalmente aparecem separadas: autonomia extrema e tela AMOLED moderna.

Se a solução realmente utilizar uma tela de baixíssimo consumo junto ao AMOLED, a proposta fica ainda mais interessante.

A grande promessa não é simplesmente “carregar com o sol”.

É reduzir drasticamente a quantidade de vezes que você precisa pensar em carregar o relógio.

Imagine sair para uma viagem de vários dias com GPS, mapas e monitoramento esportivo sem precisar levar um carregador.

Para quem faz trilhas, ciclismo, camping ou provas de longa duração, isso pode ser muito mais importante do que ter uma tela mais bonita.

Por outro lado, quem já encontra o T-Rex 3 ou T-Rex 3 Pro por um preço promocional muito baixo não precisa necessariamente esperar.

A geração atual já oferece autonomia excelente e recursos avançados.

Vale a pena comprar o T-Rex 3 agora ou esperar o Dual Solar?

Minha recomendação seria baseada no preço.

Se você encontrou o T-Rex 3 em uma promoção próxima de R$ 1.200, por exemplo, a geração atual pode oferecer um custo-benefício excelente. Há registros recentes de preços nessa faixa no mercado brasileiro.

Se você está disposto a gastar mais e não tem pressa, eu esperaria o anúncio do T-Rex Dual Solar.

Isso permitirá descobrir três coisas fundamentais:

  1. se ele realmente possui duas telas;
  2. quanto a tecnologia solar aumenta a autonomia;
  3. quanto a Amazfit cobrará por essa inovação.

Se o preço inicial for muito alto, o T-Rex 3 Pro provavelmente ficará ainda mais interessante.

O que já sabemos e o que ainda é rumor

Para evitar confusão, esta é a maneira mais segura de acompanhar o vazamento:

Confirmado por registros

  • Amazfit T-Rex Dual Solar;
  • código A2570;
  • registro regulatório na Malásia;
  • aprovação do registro em agosto de 2026;
  • registros correspondentes em outros mercados.

Fortemente indicado

  • carregamento solar;
  • novo relógio rugged da Amazfit;
  • desenvolvimento avançado do produto;
  • integração com recursos solares encontrados no aplicativo Zepp.

Ainda não confirmado

  • ser oficialmente o T-Rex 4;
  • tela dupla;
  • AMOLED + MIP;
  • autonomia de 30 dias ou mais;
  • tamanho da tela;
  • capacidade da bateria;
  • sensores;
  • GPS;
  • preço;
  • data de lançamento;
  • preço no Brasil.

Essa distinção é importante porque, quando o produto finalmente for apresentado, algumas das especulações podem estar completamente erradas.

O que esse lançamento significa para a Amazfit?

Se o T-Rex Dual Solar realmente chegar ao mercado com a tecnologia esperada, a Amazfit estará tentando ocupar um espaço muito interessante.

A empresa já conseguiu competir com Garmin, Coros e outras marcas no quesito autonomia e preço.

Agora, adicionar energia solar poderia tornar seus relógios ainda mais interessantes para o público outdoor.

O diferencial seria oferecer uma experiência mais próxima de um smartwatch tradicional, com AMOLED, sem abrir mão da autonomia característica dos relógios esportivos.

E é justamente aí que esse projeto pode ser muito interessante.

Não é simplesmente um T-Rex com uma bateria maior.

É uma tentativa de resolver o principal problema dos smartwatches modernos: quanto mais recursos e tela você adiciona, maior tende a ser o consumo de energia.

Minha expectativa para o Amazfit T-Rex Dual Solar

Se todos esses rumores se confirmarem, o T-Rex Dual Solar poderá ser um dos lançamentos mais interessantes da Amazfit em 2026.

O nome já apareceu em documentação regulatória, o código A2570 está associado ao produto e existem registros em vários mercados. Além disso, o aplicativo Zepp já apresentava referências relacionadas à energia solar meses antes de o nome do relógio ser identificado.

Isso é muito mais forte do que simplesmente alguém encontrar uma imagem e especular sobre um novo smartwatch.

Ainda assim, eu não trataria a tela dupla como fato.

A possibilidade de combinar MIP + AMOLED + carregamento solar é extremamente interessante, mas ainda precisa ser confirmada pela Amazfit.

Se realmente acontecer, entretanto, teremos um conceito muito diferente do T-Rex atual.

O relógio poderia utilizar uma tela extremamente econômica para tarefas básicas, reservar o AMOLED para situações em que ele realmente faz diferença e aproveitar a luz ambiente para recuperar parte da energia consumida.

O resultado pode ser uma autonomia superior a tudo que estamos acostumados a ver em um smartwatch AMOLED.

E existe uma última vantagem: o lançamento de um novo T-Rex pode tornar os modelos atuais ainda mais interessantes em promoção.

Por isso, quem está procurando um smartwatch agora deve ficar atento aos preços do T-Rex 3 e T-Rex 3 Pro, enquanto quem não tem pressa pode esperar para descobrir exatamente o que a Amazfit está preparando.

Por enquanto, o nome que devemos guardar é Amazfit T-Rex Dual Solar A2570.

E se ele realmente for o tão especulado T-Rex 4, com tela dupla e carregamento solar, a Amazfit pode estar preparando uma das maiores mudanças da linha T-Rex desde a chegada do AMOLED.

Perguntas Frequentes

1. O Amazfit T-Rex Dual Solar é real?

Sim, existe evidência concreta de que um dispositivo Amazfit com esse nome está em desenvolvimento. O modelo A2570 apareceu em registro regulatório na Malásia, aprovado em agosto de 2026, além de registros correspondentes em outros mercados.

2. O T-Rex Dual Solar será o T-Rex 4?

Ainda não há confirmação. O nome T-Rex Dual Solar foi identificado em documentação, mas a Amazfit não confirmou oficialmente que ele será chamado de T-Rex 4.

3. O novo Amazfit terá duas telas?

Essa é uma das principais possibilidades dos vazamentos, mas ainda não está confirmada. A hipótese é que ele possa combinar uma tela AMOLED com uma tecnologia de baixo consumo, como MIP/transflectiva.

4. O Amazfit T-Rex Dual Solar terá carregamento solar?

Tudo indica que sim. O aplicativo Zepp já apresentou referências a recursos relacionados à intensidade solar e entrada de energia, e o nome T-Rex Dual Solar apareceu posteriormente em registros regulatórios.

5. O T-Rex Dual Solar terá mais de 30 dias de bateria?

É possível, mas não confirmado. O T-Rex 3 já possui autonomia anunciada de até 27 dias em uso típico, portanto uma nova arquitetura com energia solar e uma tela de baixo consumo poderia aumentar significativamente essa autonomia.

6. Vale a pena comprar o T-Rex 3 agora?

Sim, principalmente se encontrar uma promoção forte. O T-Rex 3 continua oferecendo AMOLED, GPS dual-band, mapas offline e excelente autonomia, e os preços registrados no Brasil já chegaram à faixa de aproximadamente R$ 1.060 a R$ 1.200 em algumas ofertas.

7. Quando o T-Rex Dual Solar será lançado?

A Amazfit ainda não anunciou oficialmente a data. Os múltiplos registros regulatórios indicam que o produto está avançado no desenvolvimento, mas não permitem determinar uma data exata de lançamento.

8. O T-Rex Dual Solar será melhor que o T-Rex 3 Pro?

Potencialmente sim em autonomia, caso o carregamento solar e a arquitetura de baixo consumo funcionem como esperado. Porém, ainda não conhecemos todas as especificações do novo modelo. O T-Rex 3 Pro continua sendo uma opção muito completa e pode oferecer melhor custo-benefício após o lançamento da nova geração.

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Tiago Souza
Tiago Souza

Fundador e Editor-chefe do Promotop.net. Especialista em hardware e tecnologia desde 2014, dedicado a produzir análises técnicas, cobrir lançamentos de mercado e criar guias aprofundados para entusiastas.


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