O MacBook Air sempre foi conhecido como um dos notebooks mais consistentes do mercado quando o assunto é desempenho por watt. Em outras palavras: ele entrega muita performance gastando pouca energia, o que faz a bateria render bastante mesmo em rotinas intensas. Seis meses depois de uso real, o MacBook Air M4 se consolida como uma opção muito forte para produtividade — e, dependendo do preço, pode sim ser visto como um dos melhores custos-benefícios da linha da Apple em 2026.
A seguir, você vai ver como ele se sai no dia a dia, quais pontos realmente importam (tela, bateria, conexões, memória, desempenho) e como ele se posiciona contra alternativas no mundo Windows.
- M4 SUPERPOTENTE — O processador M4 da Apple dá ainda mais velocidade e fluidez a tudo o que faz, como trabalhar com muitas apps, editar vídeos ou nos jogos com gráficos muito exigentes.
Construção e experiência de uso: padrão ouro para produtividade
A construção do MacBook Air continua sendo um dos principais motivos para ele se destacar. O corpo de alumínio, o acabamento consistente e o design da linha definem o que muita gente espera de um notebook premium focado em trabalho e estudos.
Mesmo com preferências diferentes de design (há quem goste mais do formato do M1, mais arredondado, do que o visual mais “quadrado” do M2 em diante), o ponto prático é que essa estrutura ajuda na dissipação do calor e mantém o Air confortável de usar.
Além da construção, três itens seguem como referência:
- Teclado retroiluminado com 12 teclas de função e ótima experiência de digitação (principalmente para quem já está acostumado com layout americano).
- Trackpad excelente, responsivo em qualquer ponto e com gestos multitouch muito confiáveis.
- Áudio acima da média, com quatro alto-falantes discretos posicionados de forma que o som “bate” no display e direciona para o usuário.
Temperatura e uso sem ventoinha: mais estável do que parece
Um ponto que costuma gerar dúvidas é o fato de o MacBook Air não ter ventoinha. Na teoria, isso pode assustar, principalmente pelo posicionamento das saídas e pela ideia de que o calor poderia incomodar no uso prolongado.
Depois de meses de uso, a experiência relatada é positiva: o Air controla bem a temperatura e não fica quente a ponto de incomodar. Isso reforça um dos maiores trunfos da linha: trabalhar com silêncio total e ainda assim manter desempenho consistente para tarefas de produtividade.
Tela: ótima para uso geral, mas não é OLED
O modelo citado é o de 15 polegadas, o que muda bastante a experiência dependendo da rotina. A tela maior facilita multitarefa com duas janelas abertas lado a lado (Notion + navegador, por exemplo), mas ao mesmo tempo pesa mais para quem carrega o notebook na mochila o tempo todo.
O peso mencionado é de 1,51 kg, ainda leve, mas perceptível para quem vive em deslocamento.
Qualidade do painel
A tela segue com alta resolução e boa densidade:
- Resolução: 2880 × 1864
- Densidade: 224 ppi
- Painel IPS com boa fidelidade de cores
- Contraste citado: 1180:1
- Brilho citado: 314 nits de pico, suficiente para ambientes internos
Ela é ótima para estudo, trabalho e consumo de mídia, além de atender bem quem está começando em edição e área gráfica. Porém, para profissionais exigentes em cor e contraste, o IPS ainda fica atrás de notebooks Windows com OLED, e a recomendação natural é usar um monitor externo com cores mais precisas.
Conexões: ponto fraco que ainda exige adaptadores
Esse é o grande “porém” do MacBook Air: o conjunto de portas continua limitado.
Além do MagSafe para carregamento, ele oferece:
- 2 portas USB-C Thunderbolt (até 40 Gb/s)
- Saída DisplayPort 1.4
- Entrada P2 para fone de ouvido
Na prática, ainda é comum depender de adaptador/hub, principalmente para quem trabalha com foto e vídeo e precisa de leitor de cartão, HDMI, mais USB-A e periféricos. Para quem usa o notebook mais para escrita, pesquisa e tarefas online, isso incomoda bem menos.
Webcam: excelente para trabalho e chamadas
Para quem faz reuniões, grava aulas, participa de chamadas e usa o notebook como ferramenta principal, a webcam do M4 é um destaque.
- Ultra wide de 12 MP
- Vídeo em 1080p
- Recurso de “palco central” para manter o usuário enquadrado
No uso com FaceTime, Zoom, Google Meet e WhatsApp, a experiência é consistente. Já o recurso “visualização da mesa” existe, mas pode não encaixar bem na rotina por exigir ângulo específico da tampa e por distorcer a imagem dependendo de onde o objeto está.
A grande virada do M4: 16 GB de RAM no modelo base
Esse é um dos pontos mais importantes do MacBook Air M4 em 2026: o modelo base já vem com 16 GB de RAM, o que muda completamente a longevidade e a experiência em multitarefa.
Na prática, isso resolve um gargalo que ficou muito evidente nos MacBooks com 8 GB:
- Navegador com muitas abas
- Notion + apps de chat + chamadas
- Apps em segundo plano
- Uso contínuo sem travamentos
Essa mudança sozinha já faz o M4 ser mais “tranquilo” para quem trabalha o dia todo no notebook.
Desempenho: salto real frente a M2 e M3
O M4 aparece como um dos maiores avanços do Apple Silicon em relação ao que se via entre M2 e M3, que tiveram evoluções mais discretas.
Foram citados saltos em benchmarks:
- Geekbench 6: incrementos grandes entre gerações, com o M4 mantendo a tendência de avanço
- Cinebench: números subindo significativamente do M1 até o M4 (com o M4 batendo 13.228 na pontuação mencionada)
Na prática, o ganho se traduz em mais estabilidade e folga para tarefas mais pesadas dentro do perfil “Air”, como:
- Multitarefa intensa
- Trabalho com monitor externo
- Pesquisa, escrita, navegação e produtividade geral
Para fluxos profissionais pesados (4K, Photoshop com muitas camadas, animação), o MacBook Pro continua sendo a escolha mais indicada, mas o Air atende muito bem quem precisa de versatilidade.
Bateria: um dos melhores pontos do Air continua forte
A autonomia segue como destaque: dá para trabalhar bastante tempo longe da tomada. Foi citada uma média de uso de cerca de 12% de bateria por hora na rotina descrita, o que reforça a eficiência do conjunto.
O ponto de atenção é o carregamento: o carregador que vem na caixa é de 30W (dependendo do tamanho escolhido), o que pode ser lento para quem quer recarregar rápido.
A solução sugerida é colocar no orçamento um carregador mais potente (como 65W), que melhora muito a experiência de recarga.
Preço e posicionamento em 2026: onde o custo-benefício aparece
O motivo do MacBook Air M4 estar sendo tratado como custo-benefício é simples: ele passou a aparecer por valores bem mais competitivos, e isso muda o jogo.
Foi citado um exemplo de preço em promoção:
- R$ 6.339 em varejo online
Com isso, ele vira uma evolução bem interessante em relação ao M2 (principalmente se a diferença de preço não for grande), e ainda evita o problema da memória limitada que pesa no M1.
Como ficam M1, M2, M3 e M4 na prática
| Modelo | Vale a pena em 2026? | Motivo principal |
|---|---|---|
| MacBook Air M1 | Só se estiver muito barato | 8 GB limita multitarefa e longevidade |
| MacBook Air M2 (16 GB) | Sim, dependendo do preço | Bom equilíbrio e redesign, MagSafe e mais folga |
| MacBook Air M3 | Geralmente não | Evolução pequena e às vezes custa mais que o M4 |
| MacBook Air M4 (16 GB) | Sim, melhor cenário | Melhor salto recente + base com 16 GB + preço competitivo |
Para quem o MacBook Air M4 é a melhor compra
O MacBook Air M4 brilha principalmente para:
- Estudantes e profissionais de produtividade (texto, planilhas, pesquisa, reuniões)
- Quem quer bateria forte e desempenho estável sem ventoinha
- Quem usa monitor externo e trabalha em multitarefa
- Quem quer um notebook premium com trackpad, áudio e acabamento de referência
Ele já não é apenas “um Mac caro e distante”. Em determinadas promoções, dá para olhar para ele como compra racional, especialmente dentro do segmento de notebooks premium.
- M4 SUPERPOTENTE — O processador M4 da Apple dá ainda mais velocidade e fluidez a tudo o que faz, como trabalhar com muitas apps, editar vídeos ou nos jogos com gráficos muito exigentes.
