MacBook Air M1 em 2026: ainda vale a pena comprar o notebook mais vendido da Apple?

Mesmo caminhando para 2026, o MacBook Air M1 continua sendo o notebook mais vendido da Apple no Brasil. Isso chama atenção, principalmente porque se trata de um modelo lançado há vários anos e que hoje convive com gerações mais novas, como M2, M3 e M4, além de notebooks Windows cada vez mais eficientes.

Mas afinal, o MacBook Air M1 ainda vale a pena em 2026 ou já ficou ultrapassado? Neste artigo, você confere uma análise completa, honesta e atualizada, com pontos positivos, limitações reais e para quem ele ainda faz sentido.

Por que o MacBook Air M1 ainda é tão procurado?

O grande responsável pela longevidade do MacBook Air M1 é o chip Apple M1, que marcou a transição definitiva da Apple para a arquitetura ARM. Esse movimento trouxe ganhos claros em três pontos fundamentais:

  • desempenho consistente
  • eficiência energética muito acima da média
  • autonomia de bateria fora do padrão da época

Mesmo no fim de 2025 e início de 2026, muitos notebooks Windows ainda tentam alcançar esse equilíbrio entre potência e consumo. Além disso, o Air M1 segue sendo o MacBook mais barato com Apple Silicon no varejo, o que explica boa parte da sua popularidade.

A diferença de preço para o MacBook Air M2 costuma girar em torno de R$ 900 a R$ 1.000, valor que pesa bastante na decisão de quem quer entrar no ecossistema macOS gastando menos.

Construção, design e portabilidade continuam excelentes

A construção sempre foi um ponto forte dos notebooks da Apple, e o MacBook Air M1 não foge à regra. Ele traz corpo inteiriço em alumínio, acabamento premium e um design minimalista que envelheceu muito bem.

Por ser extremamente fino e leve, ele ainda é um dos notebooks mais portáteis do mercado, ideal para quem carrega o computador diariamente para trabalho, estudo ou faculdade. Mesmo anos após o lançamento, o visual continua moderno e profissional.

Tela IPS QHD ainda agrada em 2026

O MacBook Air M1 possui uma tela de 13,3 polegadas, com resolução 2560 x 1600 pixels, tecnologia IPS e excelente fidelidade de cores. Apesar de não ser um painel mini-LED ou OLED, continua sendo um dos melhores IPS do mercado.

O ponto de atenção fica no brilho, que chega a cerca de 400 nits. Para uso interno, escritório e edição de conteúdo, é mais do que suficiente. Em ambientes externos muito iluminados, ele fica atrás de modelos mais novos.

Mesmo assim, a qualidade geral do painel segue muito competitiva, especialmente quando comparada a notebooks da mesma faixa de preço.

Teclado, trackpad e áudio seguem como referência

Outro ponto onde o MacBook Air M1 continua se destacando é na experiência de uso:

  • teclado confortável e silencioso
  • trackpad considerado o melhor da categoria
  • sistema de som equilibrado, mesmo em volumes altos

O áudio entrega boa separação e suporte a conteúdo espacial, algo que ainda supera muitos concorrentes diretos, inclusive em 2026.

Desempenho do chip M1 ainda dá conta do recado

Em desempenho bruto, o chip M1 continua sendo competente para a maioria dos usuários. Em testes de benchmark, ele fica próximo de processadores Intel Core i3 de 12ª geração e chips ARM de entrada no mundo Windows.

Na prática, o desempenho é ainda melhor graças à otimização do macOS. O M1 roda com tranquilidade:

  • navegação pesada
  • pacote Office
  • edição de fotos
  • edição de vídeos em nível moderado
  • produção musical e design gráfico leve

Softwares otimizados para o ecossistema da Apple ainda extraem muito bem o potencial do chip, garantindo fluidez no uso cotidiano.

O grande problema em 2026: multitarefa e os 8 GB de RAM

Aqui entra o principal ponto negativo do MacBook Air M1 em 2026. A versão mais vendida do modelo conta com apenas 8 GB de memória RAM, e hoje isso já é um gargalo claro para multitarefa.

Como a memória é soldada na placa, não existe possibilidade de upgrade. Na prática, isso significa:

  • quedas perceptíveis de desempenho com muitos apps abertos
  • lentidão ao exportar vídeos enquanto outras tarefas estão ativas
  • engasgos com várias abas abertas no navegador
  • limitação crescente conforme novas versões do sistema surgem

Além disso, o design extremamente fino dificulta a dissipação de calor. Em cargas mais pesadas, o M1 pode apresentar throttling, reduzindo o desempenho para controlar a temperatura.

Poucas portas e webcam ultrapassada

Outro ponto que pesa contra o MacBook Air M1 em 2026 é a conectividade. Ele conta apenas com:

  • duas portas USB-C Thunderbolt
  • entrada P2 para fone de ouvido

Isso obriga o uso constante de hubs e adaptadores, especialmente porque uma das portas costuma ficar ocupada com o carregador.

A webcam de 720p também já mostra a idade. Apesar de ter bom processamento de imagem, fica atrás das câmeras Full HD e 12 MP presentes nos modelos mais recentes, principalmente para quem trabalha em home office.

Atualizações, IA e suporte a longo prazo

O MacBook Air M1 continua recebendo atualizações do macOS, inclusive versões mais recentes do sistema. No entanto, há uma limitação importante: recursos mais avançados de inteligência artificial tendem a exigir 16 GB de RAM.

Isso significa que, embora o M1 siga atualizado, algumas funções futuras mais pesadas podem não chegar à versão com 8 GB, o que reduz sua longevidade em comparação aos modelos mais novos.

MacBook Air M1 vs M2, M3 e M4: vale o upgrade?

  • MacBook Air M2: traz design mais moderno, melhor dissipação térmica, MagSafe e desempenho cerca de 10–12% superior. O custo maior se justifica principalmente pela fluidez no multitarefa.
  • MacBook Air M3: evolução pequena em relação ao M2, não compensando tanto o investimento extra.
  • MacBook Air M4: salto real de desempenho, já partindo com 16 GB de RAM, melhor webcam e muito mais fôlego para o futuro, porém com preço bem mais alto.

Para quem o MacBook Air M1 ainda vale a pena em 2026?

O MacBook Air M1 ainda faz sentido para:

  • quem vem de notebooks antigos com Intel i3 ou i5 de gerações passadas
  • usuários de tarefas leves a moderadas
  • quem quer entrar no ecossistema macOS gastando menos
  • estudantes e profissionais que não dependem de multitarefa pesada

Para quem trabalha com muitas aplicações abertas ao mesmo tempo, edição pesada ou busca longevidade máxima, modelos com 16 GB de RAM são escolhas mais seguras.

Vale a pena comprar o MacBook Air M1 em 2026?

Sim, o MacBook Air M1 ainda vale a pena em 2026 desde que você saiba exatamente o que está comprando. Ele continua rápido, bem construído, silencioso, com ótima tela e excelente bateria. Porém, os 8 GB de RAM já são uma limitação clara e tendem a pesar cada vez mais com o passar do tempo.

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