iPhone 17 Pro “Laranjão” em Detalhes: Unboxing, Mudanças no Design e o que Realmente Evoluiu na Nova Geração

O iPhone 17 Pro chegou com uma proposta que divide opiniões logo de cara: uma cor laranja bem chamativa (o famoso “laranjão”) e um redesign que muda a forma como a Apple constrói a traseira do aparelho. Nesta análise completa, você vai entender o que mudou no corpo, na bateria, na tela, no desempenho, nas câmeras e no iOS — além das diferenças entre versões com chip físico e as que funcionam apenas com eSIM.

Apple iPhone 17 Pro (256 GB) – Laranja cósmico
  • DESIGN UNIBODY. CAPACIDADES EXCECIONAIS. — Num design unibody forjado em alumínio, está o melhor iPhone de sempre.

O que muda no iPhone 17 Pro: cor polêmica, novo corpo e um visual que lembra “módulozão”

A primeira grande mudança do iPhone 17 Pro é visual: o aparelho ganhou uma cor laranja intensa que chama muita atenção. Junto disso, veio um redesign que altera a construção do corpo.

Antes, em modelos como o iPhone 16 Pro Max, a traseira era praticamente toda de vidro. Agora, a Apple passou a usar uma solução em que a traseira e a lateral parecem fazer parte de uma peça única em metal (alumínio), subindo até a região do módulo de câmeras. Apenas uma área específica permanece em vidro — e isso tem motivo técnico (vou explicar já já).

Essa mudança também gerou reações mistas: tem gente que achou moderno, e tem gente que achou que o módulo grande perde um pouco do “glamour” tradicional e até lembra alguns designs mais retos e robustos vistos em modelos de outras marcas (muita gente faz comparação com aparelhos da POCO/Xiaomi por causa do bloco mais destacado).


A Apple trocou o titânio por alumínio no iPhone 17 Pro? Entenda o material e a polêmica da mudança de cor

Um ponto importante: a estrutura laranja do iPhone 17 Pro (a parte metálica visível) foi descrita como alumínio, com menções de que a Apple teria deixado o titânio de lado nessa geração (pelo menos em determinados acabamentos/variantes).

E junto disso apareceu um rumor específico: pessoas relatando que a região laranja poderia estar “mudando de cor”, indo para um tom mais rosado em alguns casos. As possíveis explicações levantadas por usuários incluem:

  • reação química com maquiagem/produtos;
  • exposição ao calor;
  • variação de fabricação/acabamento;
  • desgaste do material/verniz.

O ponto é: não há uma confirmação técnica definitiva no texto fornecido, apenas a existência da suspeita e várias hipóteses. Se você quer evitar qualquer dor de cabeça, o caminho mais seguro costuma ser o uso de capa e cuidado com químicos (perfume, protetor solar, maquiagem e produtos de limpeza).


As cores do iPhone 17 Pro e Pro Max: quais são e qual é o “branco” que parece prata

A linha iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max foi citada com três cores:

  • Laranja
  • Azul intenso
  • Prateado (muita gente chama de “branco” pela aparência e pela área do carregamento sem fio)

Já o iPhone 17 (modelo base) foi citado com mais variedade:

  • Lavanda
  • Sálvia
  • Azul
  • Névoa
  • Branco (totalmente branco)
  • Preto

Isso ajuda a entender a proposta: os modelos Pro ficam mais “contidos” em opções, enquanto o modelo base costuma ter mais cores.


O motivo de existir vidro na traseira: MagSafe e carregamento por indução

Mesmo com a traseira mais “metálica”, ainda existe uma área em vidro. E isso acontece por um motivo bem objetivo: carregamento sem fio e MagSafe.

Se a traseira fosse 100% alumínio, a transferência de energia por indução ficaria comprometida. Então, a Apple mantém uma área em vidro (com proteção Ceramic Shield) para permitir:

  • carregamento sem fio;
  • uso de acessórios magnéticos (MagSafe);
  • power banks magnéticas e suportes.

Também foi citado um rumor: a Apple gostaria de, no futuro, remover portas físicas como a USB-C e deixar tudo 100% sem fio. Isso traz dúvidas práticas (como recuperação de sistema em caso de falha grave), então é um tema que divide opiniões.


O que vem na caixa do iPhone 17 Pro: o básico do básico

O conteúdo citado na embalagem segue a linha atual da Apple, bem minimalista:

  • adesivo/película de proteção de tela (aquele “adesivo” que vem colado)
  • chavinha ejetora do slot
  • cabo USB-C nas duas pontas
  • manuais/guias rápidos

Sem carregador, como já é padrão.


Chip físico vs eSIM: como isso muda bateria e disponibilidade por país

Aqui entra uma diferença que muita gente ignora, mas que impacta o uso e até a bateria.

Foi dito que:

  • modelos comprados em mercados como Europa e Brasil podem vir com gaveta de chip físico, além de eSIM;
  • a versão vendida nos Estados Unidos (e também citada a disponibilidade da versão americana em Porto Rico) não tem gaveta: é somente eSIM.

E o detalhe mais curioso: a versão sem gaveta pode ter bateria maior (pelos números citados).


Bateria do iPhone 17 Pro: números, ganhos e por que a versão “só eSIM” leva vantagem

Os números de bateria citados foram:

  • iPhone 17 Pro (com chip físico): 3.998 mAh
  • iPhone 16 Pro: 3.582 mAh
  • iPhone 17 Pro (somente eSIM): 4.252 mAh

Ou seja:

  • ganho de mais de 400 mAh do 16 Pro para o 17 Pro com chip físico;
  • ganho de 670 mAh do 16 Pro para o 17 Pro “só eSIM”;
  • ganho adicional de 254 mAh do modelo com chip físico para o modelo sem gaveta.

Na prática, além do número, pesa a otimização do iOS, que costuma entregar boa autonomia sem precisar de baterias gigantescas como algumas concorrentes.


Tela do iPhone 17 Pro: brilho de 3.000 nits e o que não mudou

A tela foi descrita com melhorias pontuais, especialmente em brilho:

  • pico máximo sai de 2.000 nits para 3.000 nits, favorecendo uso sob sol forte;
  • tamanho e resolução permanecem iguais ao citado: 6,3 polegadas, Full HD+;
  • tecnologia: LTPO Super Retina XDR OLED, com taxa variável de 1 a 120 Hz;
  • proteção evolui para Ceramic Shield 2.

Ou seja: melhor visibilidade externa e vidro mais resistente, mas sem mudança radical em tamanho/resolução.


iOS 26.1, “Liquid Glass” e o que muda (e o que continua igual)

O sistema citado foi o iOS 26.1, com o comentário de que a Apple deu um “pulo” do iOS 18 para o iOS 26, algo que causa estranhamento para muita gente.

A grande novidade visual mencionada é o Liquid Glass (“vidro líquido”), um efeito de interface onde menus e transições parecem deformar como se fossem líquido/vidro escorrendo. Isso é bonito, mas também exige mais do processador e da GPU, o que ajuda a explicar evoluções no hardware.

Já a parte de inteligência artificial foi citada de forma crítica: o Apple Intelligence foi descrito como algo que “não funciona bem” na experiência relatada, sem grandes elogios.


Desempenho: A19 Pro, GPU mais forte e 12 GB de RAM

Na parte de desempenho, foram citados pontos importantes:

  • o processador evolui para A19 Pro (saindo do A18 Pro);
  • houve ganho considerável na GPU (parte gráfica), necessário para efeitos do sistema e jogos;
  • a RAM sobe de 8 GB para 12 GB na geração 17, dando mais fôlego para multitarefa e um iOS mais pesado.

Também foi mencionado o armazenamento do modelo analisado:

  • 512 GB, com opções de 256 GB ou 1 TB.

Teste em jogos: Call of Duty em 120 fps e limitações no 240 fps

Foi citado o uso de Call of Duty e a possibilidade de rodar em 120 fps, com sensação de fluidez alta.

Também foi mencionado que:

  • dá para gravar em até 120 fps em 4K em certas condições;
  • quando usa 240 fps, a resolução cai para HD, o que foi considerado uma limitação que poderia ser melhor.

Isso reforça a proposta do iPhone 17 Pro: desempenho “sobrando” para jogos pesados e recursos avançados de vídeo.


Áudio estéreo e qualidade de som: padrão premium que se mantém

O som foi descrito como:

  • áudio estéreo, com saída embaixo e em cima simultaneamente;
  • qualidade alta, acima do comum;
  • a observação de que intermediários premium já melhoraram muito nisso, mas o iPhone ainda mantém um nível bem sólido.

Câmeras do iPhone 17 Pro: 48 MP nas traseiras, 18 MP na frontal e a polêmica do zoom “8x”

Na parte de câmeras, os números citados foram:

  • todas as câmeras traseiras com 48 MP
  • câmera frontal com 18 MP
  • na geração anterior, a frontal era 12 MP e a zoom também era 12 MP (segundo o texto)

Além disso, foi citado que a câmera frontal agora usa um sensor quadrado, permitindo tirar/filmar em diferentes proporções e orientações sem perder qualidade, porque não seria apenas um “crop” cortando laterais: o sensor “enxerga” mais área.


Zoom: o que é óptico, o que é software e por que o iPhone nem sempre troca de lente

Aqui aparece uma discussão bem importante:

  • a lente tele é citada como 4x;
  • existe a alegação de “até 8x sem perder qualidade”, mas isso não seria um zoom óptico real de 8x — entra software/algoritmo para melhorar nitidez;
  • o zoom digital máximo citado chega a 24x.

Também foi comentado que o iPhone nem sempre muda fisicamente de câmera quando você aumenta o zoom: ele decide sozinho qual lente usar, baseado em iluminação/qualidade, e isso pode irritar quem quer controle total.

Uma dica citada para saber qual câmera foi usada (especialmente em fotos) é conferir os metadados e a abertura (o “F”), como:

  • câmera principal com f/1.78
  • ultra-angular com f/2.2
  • teleobjetiva com f/2.8

Botão de captura e botão de ação: recursos extras que nem todo mundo usa

Foram citados dois botões:

  • um botão de fotografia (físico e touch ao mesmo tempo), que pode ser desativado por quem não curte;
  • o botão de ação, configurável para funções como modo foco, traduzir, identificar música, controles, acessibilidade, etc.

Na experiência descrita, a preferência foi usar esse botão para modo silencioso/não perturbe.


Gravação de vídeo: 4K60, 4K120 e estabilização em diferentes lentes

A gravação foi descrita em diferentes cenários:

  • frontal em 4K 60 fps
  • traseira principal também em 4K 60 fps
  • troca entre lentes 0.5x (ultra wide), 1x, 4x, chegando ao 24x
  • filmagem em 4K 120 fps citada como possibilidade
  • modo “Pro” foi mencionado, mas foi evitado na demonstração por exigir fluxo de edição mais pesado

A impressão geral é de vídeo muito forte: boa estabilização, bom áudio, bom contra-luz.


iPhone 17 Pro Max x iPhone 17 Pro: o que muda

Foi reforçado que, entre iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max, a mudança principal é o tamanho.

Ou seja: se você quer algo mais confortável na mão, o Pro tende a agradar; se quer tela maior e experiência mais “gigante”, o Pro Max é o caminho (com o ponto de sempre: ergonomia e bolso agradecem mais o Pro).


Xiaomi 17 Pro Max: a piada que entrou no unboxing e por que foi citado

Também apareceu uma brincadeira com um “Xiaomi 17 Pro Max”, citado como um aparelho “diferenciado” buscado na China. O ponto aqui não é comparação técnica detalhada, mas sim uma menção ao modelo como curiosidade no contexto do conteúdo.


Tabela rápida: principais números e diferenças citadas no iPhone 17 Pro

ItemiPhone 17 Pro (chip físico + eSIM)iPhone 17 Pro (somente eSIM)Geração anterior citada
Bateria3.998 mAh4.252 mAhiPhone 16 Pro: 3.582 mAh
Brilho máximo3.000 nits3.000 nits2.000 nits
Tela6,3″ LTPO Super Retina XDR OLED (1–120 Hz)6,3″ LTPO Super Retina XDR OLED (1–120 Hz)mesma base de tamanho/resolução
ProteçãoCeramic Shield 2Ceramic Shield 2Ceramic Shield (geração anterior)
RAM12 GB12 GB8 GB (modelos anteriores)
Armazenamento256 / 512 / 1 TB256 / 512 / 1 TB
Câmeras traseiras48 MP (todas)48 MP (todas)zoom e frontal eram 12 MP
Câmera frontal18 MP18 MP12 MP
Teleobjetiva4x (com “8x sem perder qualidade” via software)4x (com “8x” via software)
Zoom máximo citadoaté 24x digitalaté 24x digital
SistemaiOS 26.1iOS 26.1

GRUPO DE PROMOÇÕES NO WHATSAPP E TELEGRAM
GRUPO DE PROMOÇÕES NO WHATSAPP E TELEGRAM
Apple iPhone 17 Pro (256 GB) – Laranja cósmico
  • DESIGN UNIBODY. CAPACIDADES EXCECIONAIS. — Num design unibody forjado em alumínio, está o melhor iPhone de sempre.
Câmera do iPhone 13 Pro com destaque, foco em tecnologia de smartphone avançada.
iPhone 17 Pro “Laranjão” em Detalhes: Unboxing, Mudanças no Design e o que Realmente Evoluiu na Nova Geração


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