
Comprar um celular novo em 2026 exige mais atenção do que nunca. Com lançamentos constantes, mudanças rápidas de preço e modelos que envelhecem mal, muitos smartphones acabam não valendo o investimento, mesmo quando parecem atrativos à primeira vista. Alguns têm hardware defasado, outros custam caro demais para o que entregam e há também casos de modelos “reciclados”, praticamente idênticos a versões antigas, mas vendidos como novidade.
Este artigo reúne os piores celulares para evitar em 2026, considerando desempenho, bateria, câmeras, atualizações, custo-benefício e coerência de preço no mercado brasileiro. A ideia aqui não é atacar marcas ou usuários, mas deixar claro quais modelos não fazem sentido financeiro ou técnico neste momento.
iPhones antigos: modelos abaixo do iPhone 13 não compensam mais
Os iPhones mais antigos continuam aparecendo em promoções e vitrines, mas em 2026 eles já não são uma boa escolha para quem quer comprar um aparelho hoje.
Modelos do iPhone 12 para baixo apresentam problemas claros:
- Bateria pequena, que não aguenta um dia inteiro de uso
- Pouca memória RAM para padrões atuais
- Queda de desempenho com atualizações recentes do iOS
- Vida útil de atualizações cada vez mais curta
- Ausência de USB-C, o que já virou padrão
Mesmo sendo aparelhos bem construídos e com boas câmeras para a época, o conjunto geral não acompanha mais o uso moderno. Para quem quer um iPhone em 2026, o ponto de partida minimamente racional começa no iPhone 15 ou superior, onde já existe melhor autonomia, mais longevidade e menos dor de cabeça.
Moto G15: não deveria existir pelo preço que custa
O Moto G15 é um exemplo clássico de lançamento sem sentido. Ele custa praticamente o mesmo valor de modelos superiores da própria Motorola, mas entrega menos em praticamente tudo.
Principais problemas:
- Processador mais fraco do que concorrentes diretos
- Conjunto de câmeras inferior
- Preço muito próximo de modelos como o Moto G35, que é claramente melhor
Na prática, o Moto G15 acaba sendo um Moto G06 disfarçado, com pequenas mudanças estéticas e preço inflado. Em 2026, não há justificativa para escolhê-lo.
Samsung Galaxy A17: mais do mesmo, só que caro
O Galaxy A17 não é tecnicamente um celular ruim, mas entra na lista por um motivo claro: o preço não faz sentido.
A linha A da Samsung vem repetindo a mesma fórmula há anos:
- Galaxy A14
- Galaxy A15
- Galaxy A16
- Galaxy A17
As mudanças são mínimas entre gerações. Em muitos casos, apenas ajustes pequenos em câmera ou tela, mantendo:
- Processadores muito parecidos
- Desempenho praticamente igual
- Experiência geral idêntica
O problema é que o Galaxy A17 está sendo vendido por valores acima de R$ 1.000, enquanto modelos superiores como o Galaxy A26 aparecem frequentemente nessa mesma faixa de preço, entregando muito mais em desempenho, tela e longevidade.
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Redmi 14C e Redmi 15C: configurações fracas por preço alto
A linha Redmi C deveria ser sinônimo de custo-benefício, mas os modelos 14C e 15C fogem completamente dessa lógica em 2026.
Principais pontos negativos:
- Processador extremamente básico para o preço cobrado
- Tela IPS, mesmo com taxa de 120 Hz
- Câmeras fracas
- Evolução quase nula entre gerações
O Redmi 15C, por exemplo, muda basicamente o design e aumenta um pouco a bateria, mas custa mais caro que o 14C. Ambos aparecem na casa dos R$ 800 a R$ 1.000, onde já existem opções muito superiores dentro da própria Xiaomi.
Poco F7 Pro: excelente celular, péssimo negócio
Aqui entra um caso importante: o Poco F7 Pro não é um celular ruim, mas não vale o preço no Brasil.
Comparando com o Poco F7:
- Diferença de desempenho mínima
- Bateria menor no modelo Pro
- Experiência quase idêntica no uso real
- Preço até R$ 1.000 mais alto
Ou seja, o modelo Pro custa mais caro e, em alguns pontos, entrega menos. Para quem quer um Poco potente, o F7 tradicional é a escolha lógica. O F7 Pro acaba se tornando uma compra irracional em 2026.
Oppo A5 Pro: preço absurdo para um celular básico
O Oppo A5 Pro representa um dos piores custos-benefício do mercado nacional.
Apesar de a Oppo ser uma marca forte globalmente, no Brasil este modelo sofre com:
- Tela IPS em faixa de preço elevada
- Conjunto de câmeras extremamente limitado
- Gravação de vídeo restrita
- Processadores de entrada, inclusive com variações confusas de modelo
- Preço próximo de R$ 2.000
Há anúncios que sequer deixam claro qual versão de processador o consumidor está comprando, o que é grave. Pelo valor pedido, existem celulares muito mais completos, inclusive com resistência à água, melhor desempenho e melhores câmeras.
Realme 15T: bateria grande não justifica tudo
O Realme 15T segue a mesma lógica problemática de outros modelos citados: bom em um ponto, fraco no resto.
Características:
- Processador intermediário fraco para o preço
- Câmeras básicas
- Tela AMOLED de 120 Hz
- Bateria grande, acima de 6.500 mAh
Apesar da boa autonomia, o desempenho não acompanha o valor cobrado, que gira em torno de R$ 1.700. O Realme 14T, muito semelhante, aparece bem mais barato, o que torna o 15T um mau negócio.
Jovi V50 Lite e V50 5G: preços incompatíveis com o mercado brasileiro
A Jovi (conhecida como Vivo em outros mercados) é reconhecida por excelentes câmeras globalmente, mas no Brasil os preços desses modelos inviabilizam a compra.
Jovi V50 Lite
- Processador fraco para a categoria
- Câmeras apenas razoáveis
- Preço em torno de R$ 2.500
Jovi V50 5G
- Um pouco mais potente, mas ainda abaixo de concorrentes
- Custo próximo de R$ 3.000
- Concorrência direta com aparelhos muito mais completos na mesma faixa
Mesmo com boa garantia e construção sólida, os preços tornam esses modelos difíceis de justificar.
Oppo Reno 14F e Reno 14: repetição de erros antigos
A linha Reno continua repetindo um problema antigo: preços altos para configurações medianas.
O Reno 14F:
- Processador de entrada
- Câmeras comuns
- Pouca evolução em relação à geração anterior
- Preço em torno de R$ 3.000
O Reno 14 normal sobe ainda mais de preço, chegando a valores próximos de R$ 4.000, onde já existem aparelhos com desempenho, bateria e câmeras muito superiores.
Comparativo rápido dos piores celulares para comprar em 2026
| Modelo | Principal problema |
|---|---|
| iPhone 12 ou inferior | Bateria fraca e envelhecimento rápido |
| Moto G15 | Preço igual a modelos melhores |
| Galaxy A17 | Evolução mínima e preço alto |
| Redmi 14C / 15C | Hardware fraco para o valor |
| Poco F7 Pro | Muito caro em relação ao Poco F7 |
| Oppo A5 Pro | Configuração básica por preço premium |
| Realme 15T | Desempenho fraco para a faixa |
| Jovi V50 Lite | Preço incompatível com o conjunto |
| Oppo Reno 14F | Pouca evolução e custo elevado |
Onde encontrar opções realmente boas para comprar em 2026
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Conclusão: preço importa tanto quanto ficha técnica
Em 2026, não basta olhar apenas para marca ou número de megapixels. Muitos celulares listados aqui não são necessariamente “ruins”, mas se tornam péssimas escolhas por conta do preço, do desempenho defasado ou da concorrência muito mais forte na mesma faixa de valor.
Evitar esses modelos é uma forma direta de economizar dinheiro e garantir uma experiência melhor no dia a dia, seja para trabalho, jogos, redes sociais ou uso prolongado.
