Amazfit Active Max depois de 2 semanas de uso: valeu a pena investir?

O Amazfit Active Max chegou ao mercado como o modelo mais avançado da linha Active, com a proposta de entregar uma experiência premium, mas sem entrar no território de preço e complexidade de relógios como T-Rex 3, T-Rex 3 Pro ou Balance 2. Após duas semanas de uso real, já é possível avaliar com mais clareza se ele cumpre o que promete e para quem esse smartwatch realmente faz sentido em 2026.

Neste artigo, você confere uma análise prática baseada no uso diário, abordando tela, conforto, bateria, desempenho em treinos, GPS, construção, software e, principalmente, se o custo-benefício justifica a compra no cenário atual.

Posicionamento do Amazfit Active Max no mercado em 2026

O Active Max não foi criado para substituir modelos topo de linha da Amazfit, mas sim para ocupar um espaço intermediário premium. Ele se posiciona acima do Active 2 e suas variações, porém abaixo de linhas como T-Rex e Balance, tanto em recursos quanto em preço.

No lançamento, o valor inicial girou em torno de R$ 1.300, mas rapidamente o mercado mostrou resistência a esse patamar. O preço considerado mais justo pelo público ficou entre R$ 1.200 e R$ 1.300, e atualmente já é possível encontrar o modelo em promoções na faixa de R$ 1.050 a R$ 1.150, o que muda completamente a percepção de custo-benefício.

Para um smartwatch recém-lançado, essa queda inicial de preço torna o Active Max muito mais competitivo.

Tela do Amazfit Active Max: um dos maiores destaques do relógio

A tela é, sem exagero, um dos pontos mais fortes do Active Max. O painel entrega até 3.000 nits de brilho, algo raro nessa faixa de preço e que garante excelente visibilidade em ambientes externos, inclusive sob sol forte.

Além do brilho elevado, a experiência visual chama atenção por outros fatores:

  • Alta fluidez na navegação
  • Cores vivas e bom contraste
  • Resolução bem ajustada ao tamanho da tela
  • Resposta rápida aos toques

Mesmo não utilizando vidro de safira, o painel conta com proteção reforçada, suficiente para o uso diário sem preocupações excessivas. Em termos de qualidade de tela, o Active Max se destaca como uma das melhores opções da marca dentro do seu segmento.

Conforto, tamanho e ergonomia no uso diário

Apesar de ser um smartwatch grande, com 48 mm, o Active Max surpreende positivamente no conforto. Ele não é pesado e se adapta bem ao pulso, mesmo em uso prolongado.

O encaixe é bem resolvido, sem aquela sensação de relógio “forçado” ou desconfortável. A ergonomia favorece tanto o uso esportivo quanto o uso casual, algo importante para quem pretende utilizá-lo o dia todo, inclusive para dormir.

Esse equilíbrio entre tamanho grande e conforto é um dos diferenciais do modelo para quem gosta de telas maiores, mas não quer um smartwatch excessivamente robusto.

Construção e acabamento: visual premium com proposta minimalista

O Active Max aposta em um design limpo e minimalista, diferente da estética mais agressiva da linha T-Rex. Ele utiliza uma boa quantidade de alumínio na construção, especialmente na parte superior, combinada com plástico de boa qualidade na traseira.

O conjunto transmite solidez e bom acabamento. Entre os destaques físicos estão:

  • Corpo com boa proporção entre metal e plástico
  • Microfone e saída de som para chamadas
  • Nova pulseira com textura em relevo
  • Passador duplo com acabamento metálico
  • Fecho metálico reforçado

A sensação geral é de um produto bem acabado, acima da média dos modelos intermediários.

Desempenho, memória e sistema

O Amazfit Active Max vem equipado com 4 GB de armazenamento interno, um meio-termo entre modelos mais simples (como o Active 2, com cerca de 400 MB) e os topo de linha, que chegam a 32 GB.

Esse espaço é suficiente para:

  • Instalar aplicativos
  • Armazenar dados de treino
  • Utilizar recursos do sistema sem limitações

O sistema é fluido, responsivo e compatível tanto com Android quanto com iOS. A loja de aplicativos conta com quase 400 apps disponíveis, o que amplia bastante as possibilidades de uso no dia a dia.

GPS do Active Max: bom, mas com proposta clara

O relógio utiliza GPS de banda simples, com suporte a cinco sistemas de posicionamento. O desempenho é considerado bom para a proposta do produto:

  • Fixação relativamente rápida
  • Trajetos confiáveis para corridas e caminhadas
  • Suficiente para uso esportivo moderado

É importante entender o posicionamento: quem busca o melhor GPS possível da Amazfit deve olhar para modelos como T-Rex 3 ou Balance 2. O Active Max atende bem usuários que praticam atividades físicas regulares, mas não exigem precisão extrema ou recursos avançados de navegação.

Recursos esportivos e resistência à água

O Active Max conta com 5 ATM, permitindo uso em piscina, natação e atividades aquáticas comuns. Ele não é voltado para mergulho técnico, mas cumpre bem o papel no dia a dia.

Entre os recursos esportivos e de saúde, destacam-se:

  • Monitoramento automático de batimentos cardíacos
  • Oxigenação do sangue
  • Estresse
  • Sono
  • Temperatura corporal
  • Diversos modos de treino

Para quem pratica academia, caminhadas, corridas, ciclismo casual e treinos de força, o conjunto é mais do que suficiente.

Bateria do Amazfit Active Max: outro grande ponto forte

A bateria é um dos grandes diferenciais do Active Max. A marca anuncia até 25 dias de autonomia, valor semelhante ao T-Rex 3 Pro.

Na prática, o tempo real de uso depende de fatores como:

  • Brilho da tela
  • Uso de GPS
  • Monitoramentos ativos
  • Aplicativos em segundo plano

Em um uso moderado, a autonomia costuma variar entre 10 e 15 dias, o que ainda é excelente para um smartwatch com tela grande e brilhante. Para quem prioriza menos recargas e mais liberdade, esse é um ponto extremamente positivo.

Para quem o Amazfit Active Max vale a pena

O Active Max faz sentido principalmente para quem:

  • Quer um smartwatch minimalista
  • Prefere tela grande e muito brilhante
  • Busca excelente bateria
  • Pratica esportes de forma moderada
  • Não faz questão do GPS mais avançado da marca
  • Quer um modelo mais atual, sem pagar preço de topo de linha

Por outro lado, usuários que exigem recursos esportivos avançados, GPS de alta precisão ou certificações mais robustas devem considerar modelos superiores da Amazfit.

Conclusão: o Amazfit Active Max valeu a pena após 2 semanas?

Após duas semanas de uso, o Amazfit Active Max se mostra uma compra muito bem acertada dentro da sua proposta. Ele não tenta competir diretamente com os modelos mais caros da marca, mas entrega exatamente o que promete: tela excelente, bateria acima da média, conforto, bom desempenho e visual elegante.

Quando encontrado na faixa de preço atual, especialmente em promoções, o Active Max se torna uma das opções mais interessantes para quem quer um smartwatch moderno, equilibrado e com forte apelo em bateria e tela grande em 2026.

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Tiago Souza
Tiago Souza

Fundador e Editor-chefe do Promotop.net. Especialista em hardware e tecnologia desde 2014, dedicado a produzir análises técnicas, cobrir lançamentos de mercado e criar guias aprofundados para entusiastas.


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