
O Amazfit Active 3 está entre os smartwatches mais aguardados da linha “Active”, principalmente porque o Active 2 se consolidou como um dos modelos mais equilibrados da marca: leve, bonito, completo para treinos e com uma autonomia que agrada quem não quer ficar preso ao carregador. Agora, tudo indica que a próxima geração vai evoluir exatamente nos pontos que mais chamam atenção para o público: bateria bem maior e tela possivelmente maior, com a marca mantendo a proposta de custo-benefício dentro do universo Amazfit.
O que circula até aqui aponta para a existência de uma versão Active 3 Premium, e a expectativa é que a linha siga o mesmo caminho do Active 2, com um modelo padrão e um Premium com construção mais refinada. A seguir, você confere uma análise completa do que já é possível projetar com base nas informações que vêm aparecendo, como isso se posiciona contra Active 2, BP 6 e modelos mais caros, e o que isso muda na hora de escolher o relógio ideal.
Linha Active: por que o Active 3 tem tanta expectativa em cima dele
A linha Active ganhou relevância porque entrega um conjunto que muita gente procura em smartwatch: boa tela, sensores competentes para o dia a dia e treino, boa integração com aplicativo, e autonomia acima da média quando comparada a relógios que precisam carregar a cada 1 ou 2 dias.
O sucesso do Active 2 elevou o nível de cobrança para a próxima geração. Para o Active 3 “valer o upgrade”, ele precisa fazer melhorias reais sem perder a identidade do produto. E os sinais que aparecem até agora sugerem exatamente esse caminho:
- manter uma proposta intermediária (sem entrar no preço dos tops)
- aumentar autonomia de forma relevante
- oferecer uma variante Premium com materiais superiores
- melhorar o “pacote” geral sem depender de recursos que elevem demais o custo
Em outras palavras: a linha Active tende a continuar sendo o smartwatch “equilibrado” para quem quer bateria, boa usabilidade e recursos de treino sem partir para modelos mais caros.
Active 3 Premium: o que significa essa versão na prática
A nomenclatura “Premium” normalmente aponta para duas coisas: materiais melhores e proteção superior de tela. A expectativa é que o Active 3 Premium siga um padrão semelhante ao que a própria marca já costuma praticar:
- acabamento mais refinado (com possibilidade de aço inoxidável ou detalhes mais premium)
- proteção de tela mais resistente (possível vidro safira ou equivalente)
- visual mais “relógio tradicional”, com sensação de produto mais caro
Isso costuma atrair dois perfis: quem usa o smartwatch no dia a dia como acessório e quer algo mais elegante, e quem prioriza durabilidade (riscos e impactos leves).
Ao mesmo tempo, é bem provável que exista também uma versão “normal”, mais leve e acessível, com construção em alumínio ou materiais equivalentes, mantendo a proposta de custo-benefício.
Bateria do Active 3: o salto que pode mudar tudo
O ponto mais comentado do Active 3 é a autonomia. O que aparece até o momento sugere uma bateria por volta de 500 mAh, o que colocaria o relógio em um “meio termo” interessante:
- bem acima do Active 2 (citado como algo próximo de 270 mAh)
- abaixo de um modelo “Max” (citado como 650 mAh)
Esse tipo de salto normalmente tem impacto direto no que as pessoas mais sentem no uso real: menos carregamentos na semana e mais tranquilidade para viajar, dormir com o relógio, treinar e usar recursos de monitoramento sem ansiedade com a bateria.
Na prática, a expectativa de “20 dias” costuma variar bastante dependendo do perfil de uso. Mesmo assim, uma bateria nessa faixa tende a entregar:
- mais autonomia em uso moderado
- maior margem para ativar recursos de saúde 24/7
- mais conforto para usar GPS sem medo de drenar tão rápido
Comparativo de bateria: Active 2 vs Active 3 vs Active Max
Mesmo sem ficha técnica oficial completa, dá para montar uma comparação de posicionamento pela capacidade citada:
| Modelo (linha) | Capacidade de bateria (indicada) | O que isso tende a representar |
|---|---|---|
| Amazfit Active 2 | ~270 mAh | boa autonomia, mas com limites para uso pesado de GPS |
| Amazfit Active 3 | ~500 mAh | salto grande; tendência de “mais de 20 dias” em uso leve/moderado |
| Amazfit Active Max | ~650 mAh | foco máximo em autonomia; perfil de uso mais exigente |
O ponto importante aqui é o posicionamento: o Active 3 pode virar o novo equilíbrio entre tamanho, bateria e preço, deixando o “Max” para quem quer autonomia extrema e modelos mais caros para quem quer GPS mais avançado.
Tela maior: por que isso é importante (e como muda a experiência)
A linha Active sempre teve boa ergonomia, mas crescer tela e corpo pode resolver duas dores que aparecem no uso diário:
- leitura de notificações e métricas com fonte maior
- mais conforto em mapas, treinos, widgets e visualização de dados
- interface mais “respirada”, com menos toques errados
O Active 2 já tem um tamanho considerado bom para a categoria, mas a tendência do mercado em 2026 é clara: telas maiores com bordas menores. Se o Active 3 realmente crescer um pouco, ele pode agradar quem achava o Active 2 “pequeno” e também quem quer um relógio mais imponente no pulso.
Active 3 deve ser “meio termo” de recursos: o que tende a manter e o que deve ficar para modelos caros
Pelo posicionamento, a expectativa é que o Active 3 foque em autonomia e usabilidade, mantendo recursos bem completos, mas sem entrar em tecnologias que a marca costuma reservar para linhas superiores.
Em geral, o que tende a permanecer:
- resistência à água em padrão esportivo (muito provavelmente 5 ATM)
- grande variedade de modos de treino (algo na faixa de 150+, com chance de aumento)
- GPS de boa qualidade para uso comum, mas não necessariamente topo do topo
- sensores de saúde com monitoramento contínuo (sono, batimentos, estresse, etc.)
- recursos de treino e relatórios no aplicativo
E o que tende a ficar para modelos mais caros:
- GPS de banda dupla (normalmente reservado para linhas superiores)
- recursos muito avançados voltados a atletas exigentes
- foco em materiais premium em todas as versões (o que geralmente encarece)
Isso é estratégico: a marca cria “escadas” de produto. Quem quer o máximo compra os tops; quem quer equilíbrio compra a linha Active.
Memória interna: por que isso pode ser um upgrade real
Um ponto levantado como expectativa é o aumento de memória interna. Em muitas gerações anteriores, a capacidade mais baixa não era exatamente um problema para o usuário comum, mas pode limitar alguns cenários:
- mais músicas offline
- mais mapas offline (quando aplicável)
- mais apps/recursos adicionais (dependendo do sistema)
- mais espaço para dados e recursos de treino no próprio relógio
A projeção mais desejada por quem acompanha esse segmento é algo como 3 GB ou 4 GB, uma faixa que já começa a oferecer folga real para armazenamento local, especialmente para quem treina sem celular e gosta de usar música diretamente no relógio.
Design e materiais: o que deve diferenciar versão Premium e versão padrão
Se a linha seguir a lógica esperada, as diferenças devem ser bem objetivas:
| Elemento | Active 3 padrão (tendência) | Active 3 Premium (tendência) |
|---|---|---|
| Construção | alumínio ou material leve | aço inoxidável ou acabamento superior |
| Tela | proteção padrão da categoria | proteção mais resistente, com chance de safira |
| Visual | esportivo e leve | mais “relógio” e mais elegante |
| Peso | mais leve | um pouco mais pesado |
| Preço | mais acessível | mais alto |
Esse tipo de divisão é inteligente porque atende dois públicos sem mudar o “cérebro” do relógio. Quem quer leveza e preço compra o padrão; quem quer acabamento compra o Premium.
Active 3 para treino: o que esperar do uso esportivo
Mesmo que o Active 3 não traga os recursos mais avançados de GPS que existem na linha premium, ele tende a continuar sendo muito forte para:
- corrida e caminhada com GPS
- bike e treino ao ar livre casual
- academia e treinos indoor
- acompanhamento de sono e recuperação
- treinos guiados e métricas comuns do ecossistema Amazfit
O que a bateria maior muda aqui é simples: mais liberdade para treinar com rastreamento ligado com menos preocupação, especialmente em semanas com muitos treinos ou em viagens.
Active 3 vs Active 2: quando vale esperar e quando o Active 2 ainda faz sentido
O Active 2 continua sendo uma compra muito segura quando aparece em promoção, porque ele já entrega um conjunto sólido. A questão é que o Active 3 pode atacar exatamente os dois desejos mais comuns:
- “eu queria mais bateria”
- “eu queria uma tela um pouco maior”
Se você está no perfil que carrega relógio com frequência e isso incomoda, o Active 3 tende a ser um upgrade mais perceptível. Se você já se dá bem com a autonomia do Active 2 e encontra um preço muito agressivo, o Active 2 continua muito relevante.
Um jeito prático de decidir:
| Situação | Melhor escolha |
|---|---|
| Achou Active 2 bem barato e quer comprar agora | Active 2 |
| Quer o máximo de bateria sem ir para topo de linha caro | Esperar Active 3 |
| Prefere acabamento mais premium e proteção superior | Active 3 Premium |
| Quer recursos mais avançados de GPS e linha superior | considerar modelos acima da linha Active |
Active 3 e o “espaço” entre modelos: por que ele pode ser o smartwatch mais equilibrado da Amazfit
O posicionamento mais provável do Active 3 é ser o relógio que fica entre:
- o Active 2 (muito bom, mas com bateria menor)
- um modelo Max (bateria enorme)
- modelos premium esportivos (mais caros e completos)
Isso cria um ponto ideal de equilíbrio: um relógio com autonomia “quase de Max”, mas sem carregar preço de topo de linha e com uma experiência de uso mais “redonda”.
Esse tipo de produto costuma virar o “queridinho” do custo-benefício, porque agrada muita gente de uma vez.
Quando deve chegar ao Brasil e como acompanhar o melhor preço
A chegada ao Brasil normalmente passa por duas etapas: primeiro disponibilidade em canais oficiais ou internacionais, e depois aparecimento mais amplo em lojas e marketplaces. Esse intervalo pode variar bastante conforme logística e demanda.
Para acompanhar:
- os links de compra e disponibilidade ficam no artigo
- quando surgir preço realmente bom, os alertas aparecem no grupo de Promoções do Promotop
Esse é o tipo de produto que costuma oscilar muito em preço quando entra em estoque, então acompanhar de perto faz diferença.
Conclusão: o que o Amazfit Active 3 promete entregar para quem quer bateria e tela maior
Tudo indica que o Amazfit Active 3 vai focar no que mais importa para grande parte do público: mais autonomia e uma experiência melhor de tela, com uma versão Premium trazendo materiais mais refinados. Se a bateria na faixa de 500 mAh se confirmar e a tela crescer, ele tem grande chance de se tornar um dos smartwatches mais equilibrados da marca em 2026, especialmente para quem quer um relógio para usar todos os dias, treinar, dormir com ele e ainda assim ficar muitos dias longe do carregador.
